Dezembro de 2016. Está quase. Está mesmo quase, quase. O pior já passou. Passou mesmo? Sim, passou. Só pode ter passado. Para o ano há mais e só pode melhorar.
2016 deixou-nos exaustos, mas a mim ajuda-me saber que posso sempre voltar à minha sala naquele canto do mundo recôndito e voltar a dançar as canções que eu e a minha mãe, às vezes o meu irmão, dançámos tantas vezes.
E mesmo que esse cantinho deixe de existir ou que a sala se transforme, teremos sempre as canções e teremos o mundo onde dançá-las. Certo? Certo.