Não sou de Cabo Verde, mas músicas como esta fazem-me querer ter, pelo menos, uma costela perdida algures na minha caixa torácica. Por muito que ela abane e gingue, tenho a certeza que encontraria um ossinho cabo-verdiano algures aqui pelo meio. Abel Lima é um nome que todo e qualquer melómano deve saber de cor. Procurem por ele que não vão sair desapontados – muito menos quietos.