Os Summer of Hate são uma banda nascida a norte do país, mais concretamente em Espinho, e já andam nisto há alguns anos, embora sempre tenham estado abaixo do nosso radar.
Melody’s Echo Chamber – Unclouded (2025)
O conforto da dream pop psicadélica, na companhia da sempre confiável Melody Prochet.
Romeu Bairos – Romê das Fürnas (2025)
Entre as brumas dos Açores, um disco carregado de histórias e de vida.
Kruder & Dorfmeister || Lisboa ao Vivo: Oh (down)tempo, volta para trás
Uma noite de celebração de muitas outras noites intermináveis, em que tudo parecia tão importante e definitivo, ao mesmo tempo que tudo tinha uma leveza de descoberta e de caminho pela frente.
El Saguaro – Enthusiecstasy (2025)
A estreia de um power trio luso-brasileiro que viaja pelos caminhos do psicadelismo rock.
Minta & The Brook Trout – Stretch (2025)
Ao quinto e excelente disco, o conforto destas canções ternas acústicas é o companheiro ideal para o outono que teima em não chegar.
Três Tristes Tigres – Arca (2025)
Um conjunto de vinhetas dos nossos conturbados tempos, num objecto artístico sem concessões mas ainda assim acessível.
Happy Mondays II Campo Pequeno: noite feita de amor, de música e de dança
Suede – Antidepressants (2025)
Um disco urgente, negro e nocturno, com os ecos do pós-punk a interrogarem-nos sobre os curtos-circuitos das relações humanas no século XXI.
The Budos Band – VII (2025)
Psicadelismo, afrobeat, rock e soul instrumental, numa viagem que vale muito a pena fazer.
Charif Megarbane – Hawalat (2025)
O disco de afirmação de um libanês que é uma máquina a fundir funk, afrobeat, música árabe e psicadelismo, tudo pintado com a elegância de banda sonora de um filme italiano.
King Gizzard and the Lizard Wizard – Phantom Island (2025)
Cordas, sopros, southern rock, Motown e cocaína dos anos 70, em mais um belíssimo disco dos King Gizzard.
Stereolab – Instant Holograms on Metal Film (2025)
O felicíssimo regresso dos Stereolab, uma das bandas mais interessantes e idiossincráticas dos anos 90, 15 anos depois do último disco
Terno Rei – Nenhuma Estrela (2025)
A banda de São Paulo traz-nos um disco cheio de belas e imediatas canções indie, com ecos de anos 90 mas cheio de sensibilidade pop e melancolia. Os Terno Rei nasceram em São Paulo por volta de 2010 e têm…
Jovanotti – Il corpo umano VOL.1 (2025)
Um excelente trabalho que sintetiza quase tudo o que o Jovanotti fez na sua carreira, e que nos faz dançar e sentir.
PZ – Apocalypse later (2025)
PZ bebe uma bebida a ver o mundo desmoronar-se, no seu primeiro disco totalmente em inglês e marcado pela estrutura rock. A bater os 20 anos de carreira, PZ continua sem dar qualquer sinal de abrandar. A sua pulsão criativa…
Mão Morta – Vénus em chamas (1994)
No primeiro disco para uma multinacional, os Mão Morta mudam, mas não como muitos esperariam. Os Mão Morta sempre desafiaram as normas e as expectativas, flirtando com o sucesso para depois o sabotar e vice-versa. Depois do sucesso de Mutantes…