Tiago Crispim
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Passou a infância e juventude rodeado de discos. Lembra-se de chorar quando foi vendida a colecção de vinil lá de casa, no advento do cd, e ainda está ligeiramente traumatizado. Estudou comunicação e aos 25 anos começou a arranhar guitarras e teclas. Andou uns anos com a cabeça nas nuvens do FM, agora é mais redes e comunicação.

Talking Heads – Speaking In Tongues (1983)

Foram precisos cinco discos para os Talking Heads acertarem em cheio, com Speaking In Tongues.

So Dead – A Wet Dream And A Pistol (2025)

A Wet Dream And A Pistol não chega aos 30 minutos mas compensa com as vezes que repetimos a escuta deste disco.

PJ Harvey – Stories From The City, Stories From The Sea (2000)

Mais de 20 anos depois do lançamento, é Stories From The City, Stories From The Sea um dos melhores trabalhos de PJ Harvey? Sim.

Akiko Yano – Ai Ga Nakucha Ne (1982)

Uma misturada de influências orientais e ocidentais resultou neste excelente Ai Ga Nakucha Ne, disco de culto de 1982, que merece ser descoberto.

Scott Walker – Scott 2 (1968)

Este foi o maior êxito comercial de Scott Walker. Com Scott 2 o ex-vocalista dos Walker Brothers chegou ao grande público com um trabalho que, em retrospetiva, não é o melhor de todos. Não quero dizer que não seja um…

LA Witch – DOGGOD (2025)

Com influências de Gótico e Post-punk, inspirações em The Cure e Joy Division, as LA Witch conseguem chamar a atenção com este DOGGOD.

Taxi – Salutz (1983)

Salutz foi o princípio do fim dos Taxi. É pena porque é o melhor disco deles e um dos melhores álbuns portugueses da década.

Heróis do Mar – Heróis do Mar (1981)

Numa sociedade ainda a refazer-se de 40 anos de ditadura, um grupo de jovens arriscou a estética e a música moderna. Era 1981 quando saiu o disco Heróis do Mar.

Alan Parsons Project – Tales Of Mystery And Imagination (1976)

Tales Of Mystery And Imagination, além de um clássico de culto, é um disco que vale a pena ouvir nos dias de hoje. Alan Parsons foi engenheiro de som em alguns dos melhores discos de sempre, Abbey Road e Let…

Prefab Sprout – Jordan: The Comeback (1990)

Jordan: The Comeback, mais que um álbum podia ser três ou quatro, ou melhor ainda, é um espetáculo musical sem palco.

Gisela João – Inquieta (2025)

Em 2025, Gisela João mostra-se Inquieta e recupera clássicos que infelizmente estão na ordem do dia pela sua temática, mas que são sempre bons para ouvir e especialmente apetecíveis com estas novas roupas.

Hinds – Viva Hinds (2024)

As madrilenas Hinds estão mais fortes que nunca e demonstram-no ao quarto álbum. Viva Hinds!

Perfume Genius – Glory (2025)

Aleluia que temos regresso de Perfume Genius. Este Glory é o sétimo disco editado pelo artista, e apesar de soar bem (como não?) não será por aqui que vai ganhar mais fãs. É ainda assim um álbum cheio de emoção, que os fãs vão desfrutar.

Lexi Jones – Xandri (2025)

Não deve ser fácil ser filha de um ícone. Ainda mais difícil seguir-lhe os passos e descolar-se das impossíveis comparações. mas Xandri merece uma escuta e é um bonito disco.

Franz Ferdinand – The Human Fear (2025)

Cheio de riffs que se pegam ao ouvido, soa ao mesmo de sempre e neste caso é exatamente como devia ser.

Lin-Manuel Miranda e Eisa Davis – Warriors (2024)

Disco para quem gosta de histórias sonoras, boa produção e salgalhada de estilos de canções diferentes. Era uma vez um livro de Sol Yorick que se transformou num filme, nos idos de 1979. The Warriors é hoje um filme de…

Samuel Úria – 2000 A.D. (2024)

Em 2000 A.D. temos Samuel Úria no seu melhor, com um álbum que o situa entre os mais importantes compositores portugueses atuais. O caminho foi longo mas com passadas certas para Úria. Desde o seu início underground com a Flor…

Molchat Doma – Belaya Polosa (2024)

Os Molchat Doma já tinham chamado à atenção com várias músicas que acabavam por entrar em compilações de Darkwave e foram uma trend no TikTok, mas em 2024 deram o passo em frente com Belaya Polosa. Um disco que apetece…