Bom dia e sejam bem-vindos à playlist desta semana. A mesma servirá para entrarem no cérebro deste que vos escreve, retratando um momento no tempo e no espaço, discorrendo por entre as sonoridades que, no referido momento, ocupam o referido cérebro (via ouvidos). Amálgama é a palavra encontrada para melhor definir a mesma, dado que, como irão perceber ao carregarem no play ou passando apenas os olhos pela lista, cabe um pouco de tudo – Brasil nos anos setenta, coisas fresquinhas de 2018, e músicas de peças de teatro (maravilhosas “Sopro” (Tiago Rodrigues) e “Actores” (Marco Martins)) e filmes (“Chama-me Pelo Teu Nome”) que entraram na cabeça e teimam em não sair. É experimentar. Peço apenas que não fiquem muito tempo porque o meu cérebro é mundialmente conhecido pela sua irascibilidade.
Playlist da semana: Amálgama
Alexandre Pires
Nasci em terras de Vera Cruz, decorria ainda a década de 70. De pequenino me apercebi que estava destinado a grandes feitos e quis desde logo deixar a minha marca, começando por atravessar o Atlântico a nado. Dessa experiência guardo sobretudo água salgada nos ouvidos, água essa que me impediu de dar ouvidos ao meu pai que queria fazer de mim engenheiro. Hoje, quando me perguntam a profissão, não sei o que responder. Tenho vários chapéus que vou usando consoante a ocasião, desde economista proeminente a futebolista de sonho, de crítico de música amador a empreendedor visionário, de tenista de meia tigela a DJ concorrido, de amante cinéfilo a pai dedicado.
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