A edição deste ano do Tremor esteve longe de ser apenas – e já seria muito – o consolidar de um sonho: foi uma celebração dos Açores, eixo central de encontro entre arte, sustentabilidade e natureza.
A edição deste ano do Tremor esteve longe de ser apenas – e já seria muito – o consolidar de um sonho: foi uma celebração dos Açores, eixo central de encontro entre arte, sustentabilidade e natureza.