Sensible Soccers – Manoel (2021)

Servindo de banda sonora para dois filmes de Manoel de Oliveira, o último disco dos Sensible Soccers vê a banda portuense a expandir a sua palete sonora

New Order – Power Corruption and Lies (1983)

Os New Order a mostrarem-se ao mundo, já libertos dos Joy Division, com uma nova face e uma nova sonoridade. As pessoas que vivem música como as que escrevem aqui no Altamont também são pessoas e, como tal, também têm…

Sven Wunder – Natura Morta (2021)

Ao terceiro, o misterioso sueco traz-nos uma delícia retro que nos remete para as bandas sonoras italianas dos anos 70 Sven Wunder parece ter vindo do nada. O músico sueco sobre quem pouco ou nada de sabe lançou nos últimos…

Matt Sweeney & Bonnie Prince Billy – Superwolves (2021)

Superwolves é um disco íntimo e especial, das penas dos amigos Bonnie Prince Billy e Matt Sweeney.

“La Vie En Rose” – Lucy Dacus

Meio em francês, meio em inglês, esta interpretação do clássico de Piaf foi lançada em 2019, transformando-a numa canção perfeita para usar naquela parte dos filmes em que um dos membros do casal corre desesperadamente atrás do seu amor.

Feu! Chatterton – Palais d’Argile (2021)

Os franceses Feu! Chatterton fizeram um álbum tão repleto de predicados, que é difícil imaginar ter entre mãos algo assim tão extraordinário. 

“Be still my heart” – The Postal Service

Uma canção perfeita para acompanhar as borboletas interiores que aparecem com a Primavera.

Black Flag – My War (1984)

O segundo álbum dos Black Flag rasga o livro de regras do hardcore que eles próprios haviam escrito: lento, pesado e sombrio, dormindo com o inimigo, o doom metal. Só os gritos de raiva e frustração mantêm o ADN original.

Anderson .Paak – Malibu (2016)

O segundo disco de Anderson Paak é quase uma história da música negra americana, uma síntese feliz entre soul, jazz, funk e hip-hop. A sua voz rouca cheia de grão tem tanto de dor como de luz.

Os melhores discos internacionais de 2020

Estas foram as escolhas da redacção Altamont para este ano atípico.

Róísín Murphy – Róísín Machine (2020)

O quinto álbum de Róísín Murphy solo é dançável, um equilíbrio muito digno entre o disco, um toque a house e a pop e tem canções que são singles imediatos e outros êxitos da pista de dança (se neste momento as houvesse), só por si ou a pedir aquela remistura atrevida.

Crack Cloud – Pain Olympics (2020)

Cru e autêntico, Pain Olympics é um relato de uma viagem ao mundo avesso da toxicodependência, provando ser um glorioso oponente, ao mesmo tempo que oferece consolo e esperança àqueles que precisam da cura.

Beastie Boys – Ill Communication (1994)

Com Ill Communication os Beastie Boys atingem o ponto de maturidade na sua carreira, livre de pressões externas e conjugando num só disco tudo o que absorveram ao seu redor ao longo da mesma. Os Beastie Boys serão para sempre…

Playlist da Semana: Funky Altamont

Enquanto as nossas salas de casa vão sendo transformadas em pista de dança, fica uma playlist cheia de funk. Para matar as saudades e ganhar balanço para quando a magia for, mesmo, para espalhar numa pista de dança.

Metallica – S&M2 (2020)

A voz de James Hetfield é a melhor surpresa da segunda aventura sinfónica dos Metallica e nem por isso o disco deixa de nos aquecer a alma. Será a isto que chamam envelhecer com classe?

Conjunto Cuca Monga – Cuca Vida (2020)

Totalmente gravado à distância em modo cadáver-esquisito, Cuca Vida é um bem-disposto e despretensioso mergulho no grupo de WhatsApp da Cuca Monga, cheio de private jokes, piscadelas de olho ao mundo digital e reflexões sobre a amizade.

“Trip to the South of Nothing” é o mais recente single dos Too Many Suns

O single antevê a edição do álbum de estreia da banda, Meaning of Light.

Sérgio Godinho – Kilas, o Mau da Fita (1980)

Kilas, o Mau da Fita é, para além do conhecido filme, uma interessante banda sonora de Sérgio Godinho. Muitos a ignoram, sobranceiramente. Se o Rui Ventura Tadeu soubesse disso, mandava partir as fuças a esses surdos ignorantes.