8/10
Clarice Falcão – Tem Conserto (2019)

Longe de querer agradar a todos os fãs que ouviam pela sonoridade dos trabalhos anteriores, Clarice Falcão procurou criar um trabalho que reflectisse a sua visão do mundo.

5.5/10
Boogarins – Sombrou Dúvida (2019)

Os Boogarins estão mais complexos, mais labirínticos, mais escuros.

8.5/10
Luís Severo – O Sol Voltou (2019)

Onde Luís Severo era citadino, bem-disposto e orelhudo, O Sol Voltou é pastoral, melancólico e deliciosamente esquivo.

8,5/10
Niki Moss – Gooey (2019)

Gooey é o primeiro álbum de Miguel Vilhena a solo, sob o nome Niki Moss. Não sendo um nome que à partida desperte muita simpatia, já que remete imediatamente para coisas verdes que se agarram a árvores e pedras, parece ser uma homenagem a dois pilotos de F1, o que vale logo um ponto nesta corrida por discos do ano.

8.5/10
Lena d’Água – Desalmadamente (2019)

Um grande disco pop: fresco, soalheiro e divertido. Sabe a Rita Lee e a algodão doce, a Entre-Aspas e a calippo de limão, a Clã e melancia no Verão.

4.5/10
Jasmim – O Culto da Brisa (2019)

O folk psicadélico de Jasmim é ideal para um dia calmo e contemplativo e mostra que Brás Teixeira procura um espaço diferente do universo sonoro dos Mighty Sands.

José Afonso – José Afonso ao Vivo (2019)

Zeca em Coimbra em 1968. Zeca em Carreço em 1980. Dois concertos inéditos agora publicados pela Tradisom. A história da música portuguesa a acontecer.

“Por Este Rio Acima”: como uma tuna, um coro e um grupo etnográfico se juntaram para recriar o álbum seminal de Fausto

O Altamont foi falar com Buga Lopes, Constança Ochoa e Daniel Chichorro para perceber todo o trabalho por trás desta recriação de “Por Este Rio Acima”.

Novo disco das Anarchicks, Loose Ends, sai a 17 de Abril

O terceiro álbum das Anarchicks, Loose Ends, sai no próximo dia 17 de Abril. É…

8/10
Manel Cruz – Vida Nova (2019)

Isto não é uma análise a um disco, isto é admiração sem vergonha e uma declaração de amor platónico.

7/10
Capitão Fausto – A Invenção do Dia Claro (2019)

Afinal, não tinham os dias contados. Foi uma boa mentira dos meninos que começaram a fazer indie rock, voltaram-se depois para o psicadelismo e acabaram por encontrar um lugar onde se sentem bem. Chamam-se Capitão Fausto e, ao que parece, estão bem vivos!

9/10
Xutos & Pontapés – Duro (2019)

O projecto começado há uns anos atrás com Puro vê agora o seu epílogo com Duro num refinamento de qualidade e reafirmação de posições extremamente bem acolhido tanto pelo público como pela crítica.

9/10
Montanhas Azuis – Ilha de Plástico (2019)

Três músicos, três sensibilidades, três sintetizadores. O disco do ano chegou em Fevereiro.

8/10
Stereossauro – Bairro da Ponte (2019)

Já não vivemos um país de três F mas talvez, como canta Sr. Preto em FFFFF, “fado, futebol, fátima, festivais e fest, tudo é pop, tudo é hype, tudo é fado”.

7.5/10
Zanibar Aliens – III (2018)

Ao terceiro disco, os Zanibar Aliens esticam as asas para algumas novas paisagens sonoras, sem perder o puro sangue rock que sempre os caracterizou

Medeiros/Lucas – Sol de Março (2018)

Apesar de continuarem a cantar a tradição açoriana, em Sol de Março Pedro Lucas e Carlos Medeiros fazem um piscar de olhos a África e à Europa, porque cantar e experimentar continua a não incomodar a dupla.

8.5/10
Filho da Mãe – Água-Má (2018)

Lançado em maio, Água-má é o quarto álbum do guitarrista Rui Carvalho. Gravado entre o continente e a Madeira, é um disco complexo e que se vai desvendando aos poucos.

7.5/10
David Bruno – O Último Tango em Mafamude (2018)

David Bruno tece uma ode musical ao Portugal suburbano do início dos anos 90, num disco intrigante que mistura vulgaridade romântica com uma elegância inesperada.