7/10
Madalena Palmeirim – Right as Rain (2019)

É caso para se dizer “Já estava na hora!”

7/10
Quadra – Chili (2019)

Os Quadra trazem-nos kraut e boa música instrumental rítmica directamente de Braga, servidos num saboroso Chili

Allen Halloween anuncia fim da carreira na música

Allen Halloween, um dos mais talentosos e respeitados rappers portugueses, acaba de anunciar o final…

8/10
Bernardo Sassetti – Solo (2019)

O primeiro de uma série de nove discos que serão lançados nos próximos anos.

7.5/10
Afonso Cabral – Morada (2019)

Este é o primeiro disco a solo, mas ao todo participam no álbum quase 20 músicos.

7.5/10
Salvador Sobral – Paris, Lisboa (2019)

Em Paris, Lisboa há música essencialmente estruturada a partir do jazz.

8/10
Gabriel Ferrandini – Volúpias (2019)

O disco a solo de Gabriel Ferrandini é um delicioso passeio por Lisboa velha, de…

Aires e Sal Grosso. Dupla de eletrónica exploratória em estreia em Coimbra

O Colectivo Casa Amarela e a editora Combustão Lenta Records trazem pela primeira vez a Coimbra a sua eletrónica exploratória de fabrico nacional.

8/10
Lour – Change (2019) [EP]

De viola em riste e voz delicada, Lour foi crescendo ao lado do Altamont.

8.5/10
Zarco – Spazutempo (2019)

O disco de estreia dos portugueses Zarco é um caldeirão de rock onde Fausto e José Mário Branco se encontram com Frank Zappa, num dos trabalhos nacionais mais interessantes de 2019

8/10
Slow J – You Are Forgiven (2019)

Slow J deixou de ser candidato e a declaração de intenções que deixou em Comida perdeu o tom de graça para a passar a real possibilidade.

9/10
Mão Morta – No Fim era o Frio (2019)

E é quando o metano para já armazenado nas calotes glaciares se libertar que conheceremos enfim o final desta coisa: o cheiro no ar, meus amigos, será de peido perene. Qualquer esperança é para fazer rir e Adolfo sabe-o.

6.5/10
Guaxe – Guaxe (2019)

Mais um objecto curioso e de personalidade bem vincada, do qual destacamos a melancolia doce e cansada.

8/10
Clarice Falcão – Tem Conserto (2019)

Longe de querer agradar a todos os fãs que ouviam pela sonoridade dos trabalhos anteriores, Clarice Falcão procurou criar um trabalho que reflectisse a sua visão do mundo.

5.5/10
Boogarins – Sombrou Dúvida (2019)

Os Boogarins estão mais complexos, mais labirínticos, mais escuros.

8.5/10
Luís Severo – O Sol Voltou (2019)

Onde Luís Severo era citadino, bem-disposto e orelhudo, O Sol Voltou é pastoral, melancólico e deliciosamente esquivo.

8,5/10
Niki Moss – Gooey (2019)

Gooey é o primeiro álbum de Miguel Vilhena a solo, sob o nome Niki Moss. Não sendo um nome que à partida desperte muita simpatia, já que remete imediatamente para coisas verdes que se agarram a árvores e pedras, parece ser uma homenagem a dois pilotos de F1, o que vale logo um ponto nesta corrida por discos do ano.

8.5/10
Lena d’Água – Desalmadamente (2019)

Um grande disco pop: fresco, soalheiro e divertido. Sabe a Rita Lee e a algodão doce, a Entre-Aspas e a calippo de limão, a Clã e melancia no Verão.