7.5/10
Yo La Tengo – There’s a Riot Going On (2018)

Trinta e quatro anos, quinze álbuns de estúdio, seis compilações, quinze EP’s, vinte e dois singles, duas bandas sonoras, quatro álbuns em colaboração e um álbum (só) de covers. Mais palavras para quê?

7.5/10
Anna von Hausswolff – Dead Magic (2018)

Mais erótica do que temerosa, mais blasfema do que sagrada, Anna von Hausswolff faz do…

8.0/10
The Soft Moon – Criminal (2018)

Em Criminal, a voz de Luis Vasquez a.k.a. The Soft Moon fugiu da nuvem atmosférica em que se escondia e ecoa com uma força tempestuosa.

6.5/10
Beautify Junkyards – The Invisible World of Beautify Junkyards (2018)

Ao terceiro disco, os Beautify Junkyards não surpreendem e embrenham-se ainda mais nos bosques arcaicos da sua folk outonal.

7/10
Monday – One (2018)

Monday é Cat Falcão, uma das duas vozes das Golden Slumbers. Em One há continuidades e desvios em relação a esse projeto inicial, o que é coisa para se saudar em dose dupla.

6.5/10
Ty Segall – Freedom’s Goblin (2018)

O incansável menino-prodígio do garage californiano lança o seu segundo álbum duplo, uma amálgama de estilos e géneros que dispara em todas as direções apesar de nem sempre acertar.

7/10
Jonathan Wilson – Rare Birds (2018)

Ao terceiro capítulo, Jonathan Wilson acrescenta ao seu rock clássico algumas incursões sobre o soft rock. As canções continuam belíssimas mas a sua desmedida ambição prega-lhe algumas rasteiras.

9/10
Conan Osiris – Adoro Bolos (2017)

O segundo álbum de Conan Osiris, Adoro Bolos, é uma viagem surreal por uma miscelânea de géneros que injeta uma lufada de ar fresco há muito silenciosamente requisitada no panorama da música alternativa nacional.

8/10
Linda Martini – Linda Martini (2018)

Mais um ótimo disco de uma banda que foi catalogada como promessa durante demasiado tempo. Os Linda Martini são uma certeza.

8/10
American Pleasure Club – A Whole Fucking Lifetime of This (2018)

Os American Pleasure Club (ex-Teen Suicide) repetem a fórmula do disco anterior mas esta amálgama de géneros e influências beneficia de um processo editorial mais escrupuloso.

8/10
Belle and Sebastian – How To Solve Our Human Problems (2018)

Sob o pretexto de revisitarem o rock e a soul dos anos 60, bem como o prog e o disco dos anos 70, os Belle and Sebastian oferecem-nos mais um bonito disco, cheio de delicadeza e imaginação melódica.

6/10
Car Seat Headrest – Twin Fantasy (Face to Face) (2018)

Um dos clássicos do indie rock da década é revisitado e recebe uma nova roupagem mas perde alguma coisa pelo caminho.

8/10
Ought – Room Inside the World (2018)

A melhor banda do mundo que o mundo não conhece brinda-nos com o seu terceiro álbum. Ou melhor, a sua terceira pérola.

8/10
Shame – Songs of Praise (2018)

Começamos bem 2018, com o rock a emergir do canto escuro a que estava restringido e a mostrar as garras.

8.5/10
Nils Frahm – All Melody (2018)

No seu nono registo sonoro de longa duração, All Melody, Nils Frahm continua a revelar-se uma das figuras mais audazes de um universo musical peculiar que casa elementos de música clássica contemporânea, eletrónica e ambiente.

7.0/10
Rhye – Blood (2018)

Timbres novos, arranjos mais acentuados, rico em R&B e de mãos dadas com o funk, ao mesmo tempo que não tenciona ser o centro das atenções, Blood é intenso na sua simplicidade e apenas peca por não sofrer do efeito surpresa de Woman, o álbum de estreia.

7/10
U.S. Girls – In a Poem Unlimited (2018)

A diversidade de In a Poem Unlimited é, talvez, o seu melhor trunfo. O projecto U.S. Girls está de volta, e podemos dançar ao som de Meghan Remy!

8/10 
Calexico – The Thread That Keeps Us (2018)

O nono disco de Calexico é uma amálgama de influências, caótico mas  bem equilibrado. Um disco para ouvir com atenção.