8/10
Linda Martini – Linda Martini (2018)

Mais um ótimo disco de uma banda que foi catalogada como promessa durante demasiado tempo. Os Linda Martini são uma certeza.

8/10
American Pleasure Club – A Whole Fucking Lifetime of This (2018)

Os American Pleasure Club (ex-Teen Suicide) repetem a fórmula do disco anterior mas esta amálgama de géneros e influências beneficia de um processo editorial mais escrupuloso.

8/10
Belle and Sebastian – How To Solve Our Human Problems (2018)

Sob o pretexto de revisitarem o rock e a soul dos anos 60, bem como o prog e o disco dos anos 70, os Belle and Sebastian oferecem-nos mais um bonito disco, cheio de delicadeza e imaginação melódica.

6/10
Car Seat Headrest – Twin Fantasy (Face to Face) (2018)

Um dos clássicos do indie rock da década é revisitado e recebe uma nova roupagem mas perde alguma coisa pelo caminho.

8/10
Ought – Room Inside the World (2018)

A melhor banda do mundo que o mundo não conhece brinda-nos com o seu terceiro álbum. Ou melhor, a sua terceira pérola.

8/10
Shame – Songs of Praise (2018)

Começamos bem 2018, com o rock a emergir do canto escuro a que estava restringido e a mostrar as garras.

8.5/10
Nils Frahm – All Melody (2018)

No seu nono registo sonoro de longa duração, All Melody, Nils Frahm continua a revelar-se uma das figuras mais audazes de um universo musical peculiar que casa elementos de música clássica contemporânea, eletrónica e ambiente.

7.0/10
Rhye – Blood (2018)

Timbres novos, arranjos mais acentuados, rico em R&B e de mãos dadas com o funk, ao mesmo tempo que não tenciona ser o centro das atenções, Blood é intenso na sua simplicidade e apenas peca por não sofrer do efeito surpresa de Woman, o álbum de estreia.

7/10
U.S. Girls – In a Poem Unlimited (2018)

A diversidade de In a Poem Unlimited é, talvez, o seu melhor trunfo. O projecto U.S. Girls está de volta, e podemos dançar ao som de Meghan Remy!

8/10 
Calexico – The Thread That Keeps Us (2018)

O nono disco de Calexico é uma amálgama de influências, caótico mas  bem equilibrado. Um disco para ouvir com atenção.

7.5/10
MGMT – Little Dark Age (2018)

Ao quarto disco, os MGMT regressam à acessibilidade pop da sua estreia, namorando com o mainstream electro dos anos 80. Podem não ser hoje tão relevantes, mas uma macheia de canções pop quase perfeitas, isso já ninguém nos pode tirar.

6/10
Franz Ferdinand – Always Ascending (2018)

Pela primeira vez na sua já respeitosa carreira os Franz Ferdinand soam cansados e desinspirados. Alex Kapranos continua a ser a força motriz da banda mas a saída do seu parelha Nick McCarthy deixa um vazio difícil de preencher.

7.5/10
Joan As Police Woman – Damned Devotion (2018)

Damned Devotion é o novíssimo álbum de Joan As Police Woman, e acrescenta pontos em relação à sua discografia mais recente. É, portanto, um regresso que se saúda, apesar de Joan Wasser não trazer sorrisos na bagagem.

8/10
Sérgio Godinho – Nação Valente (2018)

No seu novo disco de originais, Sérgio apropria-se de músicas de outros, fazendo-as suas. O canibalismo compensa: Nação Valente é um dos melhores Godinhos dos últimos anos.

6.5/10
Django Django – Marble Skies (2018)

Marble Skies, terceiro disco da carreira dos Django Django, é competente e inova em determinadas canções mas, tal como em Born Under Saturn , continua a não conseguir aproximar-se da frescura do seu álbum de estreia.

7.5/10
Bahamas – Earthtones (2018)

A ideia era fazer um disco “mais rítmico e funky”, mais colectivo e menos solitário. O resultado? Uma reinvenção refrescante e o disco mais conseguido da carreira de Afie Jurvanen.

6/10
First Aid Kit – Ruins (2018)

As First Aid Kit trazem-nos um disco sobre corações partidos, melancólico e bonito, mas onde falta o rasgo de sair da zona de conforto.

7/10
Black Rebel Motorcycle Club – Wrong Creatures (2018)

Os Black Rebel Motorcycle Club não surpreendem ninguém e fazem em Wrong Creatures o que sempre souberam fazer: um bom disco de rock.