“Dissolved Girl” – Massive Attack

Nunca é demais lembrar que “Matrix” é um dos melhores filmes já feitos e em jeito de “easter egg” lembrar que “Dissolved Girl” dos inigualáveis Massive Attack faz parte da banda sonora desta obra-prima da sétima arte. Digo “easter egg”,…

“Protection” – Massive Attack

Bendita a hora que os Massive Attack convocaram Tracey Thorn para a voz de uma das suas músicas – “Protection” é uma delícia de canção, hipnotizante como é marca da banda.

Massive Attack || Campo Pequeno

Recuperar Mezzanine é recuperar um disco negro, denso, envolvente e próximo.

Massive Attack anunciam nova data a 19 de Fevereiro no Campo Pequeno

O Campo Pequeno recebe dois concertos sem precedentes, desenhados exclusivamente para esta digressão.

Massive Attack apresentam MezzanineXX1 em Fevereiro, no Campo Pequeno

O espetáculo irá reinterpretar “Mezzanine” vinte e um ano depois do seu lançamento, usando áudio reconstruído de samples e influências originais do álbum.

“Angel” – Massive Attack

Há bandas tão à frente do seu tempo que o som que faziam, digamos, em 1998, ainda hoje parece ser de um futuro distante, tecnológico, vibrante embora gélido. Grandes Massive Attack.

Massive Attack – Blue Lines (1991)

Em pleno século XX, Blue Lines inventa o som do século XXI. A receita é simples: música de dança para a cabeça e não para os pés. 

Canção do Dia: Unfinished Sympathy – Massive Attack

Hoje trazemos os recordistas de presenças no Super Bock Super Rock, com nada mais nada menos que 4 presenças e uma das suas músicas mais icónicas, “Unfinished Sympathy”, com videoclip realizado por Baillie Walsh e filmado em Janeiro de 1991…

Massive Attack – Ritual Spirit [EP] (2016)

Voltar à paciência consequente era a grande tarefa dos Massive Attack quando do seu regresso ao estúdio. Por raras vezes mostrava Heligoland, lançado há mais de meia década atrás, a centelha de génio que abrangia a totalidade da duração dos…

Massive Attack e Young Fathers no SBSR

Foram anunciados ontem à noite mais dois nomes para o cartaz do Super Bock Super Rock, ambos para a noite de 15 de julho, segunda do festival. Massive Attack e Young Fathers juntam-se a Bloc Party no palco principal. Os…

Massive Attack lançam novo EP

Os Massive Attack lançaram um novo EP, com quatro novas canções, intitulado Ritual Spirit. Este é o primeiro de 2 EPs que antecedem um novo álbum, previsto para os finais deste ano, e que sucederá a Heligoland de 2010. Estes…

Canção do Dia: Teardrop – Massive Attack

Os anos 90 não foram só grunge e britpop. Em terras de Sua Majestade, o trip-hop deixou raízes fundas e deu-nos alguns dos artistas e discos mais fortes dessa década. Em Bristol vivia-se, de facto, um curioso microcosmos. Basta dizer…

Metronomy e Massive Attack no SBSR

Os Metronomy são a grande confirmação do dia para o Super Bock Super Rock. A banda inglesa já esteve em Portugal, no Alive em 2012, e deu um dos melhores concertos desse Verão. Agora regressam, para apresentar o novo álbum,…

José Gonzalez || Aula Magna

José González é um nome que já nos é familiar, mas é a sua voz que torna inconfundível. Dois anos volvidos desde o lançamento do último álbum Vestiges & Claws, que serviu de desculpa à sua anterior passagem pela capital, o músico regressou na quarta-feira passada a Lisboa para uma noite de casa quase-cheia na Aula Magna.

Surgindo tímido e desacompanhado, González esclareceu desde o início a diferença entre a concepção cliché do “gajo com a guitarra” e o artista singelo, fugindo sorrateiramente a esse estilo pré-definido. Pois bem, o também membro dos Junip não é um gajo qualquer: o seu característico tenor sussurrado e os seus acordes doces (ocasionalmente a fazer lembrar a densidade da guitarra de Norberto Lobo, por exemplo) disputam assim os corações do público mas é a fusão dos dois que o retira da lista de lugares-comuns da música.

O repertório escolhido não mostrou preferências entre álbuns, houve um pouco do mais recente, um tanto ou quanto de In Your Nature e um outro tanto de Veneer, o mais velhinho dos três LPs. Mas acabou por ser o público a decidir, com base nas mais audíveis reacções, que seriam Crosses ou Killing For Love, a par e par com as covers Heartbeats (The Knife) e Teardrop (Massive Attack), as últimas já reservadas para o encore.

Entre as faixas do alinhamento, é possível que alguém se perca entre sonoridade demasiado semelhantes, mas é também inegável a capacidade dessas mesmas canções guiarem os transeuntes do espectáculo por cenários idílicos, numa escuridão diferente da que cai sobre a Aula Magna. Aliando a sua herança sueca e a sua influência da Argentina (país de onde saiu com apenas um ano de vida), Gonzalez faz música embebida em memórias – suas e de outros passageiros desta vida. Talvez por isso, neste caso específico, o preferisse antes ver num contexto de festival (e acho que nem nunca preferi tal coisa), mas apenas para o poder ouvir num final de uma tarde de verão, arrefecida pelo pôr-do-sol.

Há uma quantidade generosa de engenho que o músico deposita na sua arte. E é assim, com maturidade nas suas palavras e doçura nas cordas, que José González nos proporciona uma noite nostálgica, que nunca chega a ser triste, porque temos sempre a sua voz para nos reconfortar.

Sneaker Pimps – Splinter (1999)

Depois de alcançarem o sucesso com “Six Underground”, os Sneaker Pimps livraram-se da vocalista e decidiram começar de novo. Resultado? Um disco negro, sujo e brilhante. Em 1999, os Sneaker Pimps iam para o seu segundo disco, depois do sucesso…

60 discos que lhe podem ter escapado em 2020

Porque nem só de “melhores discos de 2020” se fez o ano, porque há pérolas obscuras por descobrir — sejam discos editados em editoras mais pequenas ou discos instrumentais, fizemos uma lista de álbuns que lhe podem ter escapado nos últimos doze meses.

Crack Cloud – Pain Olympics (2020)

Cru e autêntico, Pain Olympics é um relato de uma viagem ao mundo avesso da toxicodependência, provando ser um glorioso oponente, ao mesmo tempo que oferece consolo e esperança àqueles que precisam da cura.