9/10
Mitski – Be The Cowboy (2018)

Mitski oferece-nos o seu coração, as suas ansiedades, incertezas, paixões e desilusões, embrulhadas numa musicalidade ímpar.

8/10
Suede – The Blue Hour (2018)

Alerta para quem – lamentavelmente – ainda não tomou contacto com a nova vida dos Suede: a pop mais soalheira é miragem e agulha em palheiro.

8.5/10
Júlio Resende – Cinderella Cyborg (2018)

Dificílimo de descrever em palavras (como aliás qualquer um que esteja nesta linha de “trangressão” entre géneros), Cinderella Cyborg é um assombro de disco.

8.5/10
Travis Scott – ASTROWORLD (2018)

A promessa estava feita desde 2016. Contudo, só dois anos depois é que ASTROWORLD viu a luz do dia. E bastaram quatro dias de anúncio prévio para que este foguetão construído por Travis Scott se tornasse o centro de atenção do mundo.

8.5/10
Prince – Piano & a Microphone 1983 (2018)

Se a exploração dos arquivos dos heróis caídos da música raramente traz grandes surpresas, no caso de Prince sempre se disse que o melhor estava por mostrar.

8.5/10
Mark Lanegan & Duke Garwood – With Animals (2018)

Mais madrugada do que noite, mais silêncio do que grito, mais peso no peito do que choro.

Entre Aspas – Entre S.F.F.(1993)

25 anos depois do seu lançamento, homenageamos o disco que nos trouxe a doçura pop dos Entre Aspas.

8.5/10
Oh Sees – Smote Reverser (2018)

Os Oh Sees continuam a sua evolução e transformam-se numa autêntica banda de rock progressivo moderno. Smote Reverser é a conclusão lógica de 20 anos de carreira.

8.5/10
Advance Base – Animal Companionship (2018)

Animal Companionship poderá muito bem vir a ser o seu futuro disco de estimação. A sua beleza é tanta que apetece trazê-lo sempre preso à trela dos nossos ouvidos.

7.5/10
IDLES – Joy as an Act of Resistance (2018)

Em ano bastante positivo para o rock, os IDLES ajudam a puxar o barco, com um contributo visceral e intenso.

8/10
Reis da República – Fábulas (2018)

O belíssimo disco de estreia dos Reis da República é um caldeirão onde cabe pop, psicadelismo e prog, num dos melhores trabalhos que a música portuguesa nos deu em 2018..

6.5/10
Luke Haines – I Sometimes Dream Of Glue (2018)

Luke Haines regressa ao nosso convívio com I Sometimes Dream Of Glue. Se a sua ideia for a de ouvir um disco simples e com hilariantes letras, não há que enganar. Avançe que não irá dar o seu tempo por perdido..

7.5/10
Jim James – Uniform Distortion (2018)

A guitarra é o principal ingrediente deste novo “prato” servido por Jim James.

9/10
Anna Calvi – Hunter (2018)

Hunter é ao mesmo tempo uma procura e uma afirmação de liberdade – de género, de vida, sexual e social. É um grande manifesto musical e é, seguramente, um dos melhores discos do ano.

Alice in Chains – Dirt (1992)

Dirt é o melhor disco da carreira dos Alice in Chains, e um dos mais fortes trabalhos não só da cena de Seattle mas de toda a década de 90.

8.5/10
Filipe Sambado – Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo (2018)

Num salto de gigante, Filipe Sambado inscreve o seu nome na mais alta categoria de compositores e intérpretes. Um disco essencial em 2018.

7.5/10
Big Red Machine – Big Red Machine (2018)

Big Red Machine é um álbum que se estranha nas primeiras audições e que precisa de auscultadores, de atenção a cada nuance para conseguimos sentir, no meio de tanta melancolia, pequenas coisas felizes.

8/10
J. Cole – KOD (2018)

O que é grande em KOD não são as palavras mas a cadência com que são ditas: o balanço incrível do seu rap, gingando como uma banda de funk. Cole poderia até “rappar” em mandarim. Bambolearíamos na mesma, enlaçados no seu ritmo.