8.5/10
Spiritualized® – And Nothing Hurt (2018)

And Nothing Hurt é um dos discos do ano. O tão esperado regresso dos Spiritualized® fez-se pela porta grande, como já vem sendo hábito. Só nos resta fechar os olhos e ouvir, regaladamente.

7/10
Alice in Chains – Rainier Fog (2018)

Os Alice in Chains regressam com um disco negro e denso, marcado pela sombra da história musical de Seattle.

8.5/10
Zeal & Ardor – Stranger Fruit (2018)

Os Zeal & Ardor continuam o seu demente projecto de misturar canções de trabalho do sul profundo com black metal escandinavo. Estranhamente, com óptimos resultados.

8/10
DeVotchKa – This Night Falls Forever (2018)

DeVotchKa regressam aos álbuns com This Night Falls Forever, num registo cada vez mais cinemático e bem equilibrado.

9/10
Elza Soares – Deus é Mulher (2018)

Uma voz onde todas as atrocidades e alegrias convergem: navios negreiros e fé nos orixás, fome e samba de roda.

6.5/10
Interpol – Marauder (2018)

Ao sexto disco, os Interpol repetem a fórmula que os tornou um dos ícones indie da década. Acumulando tensão ao longo de 13 faixas, com pouco espaço para respirar, o disco evolui em relação aos trabalhos anteriores mas sem verdadeiramente trazer novas sonoridades.

8.5/10
Javier Subatin – Autotelic (2018)

A história do jazz contemporâneo está a passar por aqui.

5/10
Animal Collective – Tangerine Reef (2018)

Os corais, aos olhos humanos, parecem durar para sempre. As bandas, se mal cuidadas, não.

7/10
Gilberto Gil – Ok Ok Ok (2018)

Ícone vivo da música popular brasileira regressa aos discos.

Thomas Dinger – Für Mich (1982)

Thomas Dinger lançou Für Mich em 1982. Insatisfeito com o temperamento do seu irmão mais velho (o mítico Klaus Dinger), resolveu fazer um disco “para si”. Nós ainda hoje lhe agradecemos esse feito.

8/10
Superorganism – Superorganism (2018)

Indie pop colorido e brincalhão. Sabe a calipo de morango numa noite de Verão.

9/10
Beach House – 7 (2018)

Se Victoria Legrand é uma Nico dos tempos modernos, Alex Scally é o fazedor maior de todo este mundo de fantasia.

9/10
Norberto Lobo – Estrela (2018)

Não nos interessa que o ano esteja ainda a meio. Estrela é o melhor disco de 2018, venha o que vier a seguir.

6.5/10
Roger Daltrey – As long as I have you (2018)

O eterno vocalista dos The Who traz-nos um conjunto de versões influenciado pelas suas referências R&B do início da sua carreira.

8/10
Rolling Blackouts Coastal Fever – Hope Downs (2018)

Mais um disco para a excelente lista de discos rock lançados este ano.

8/10
Gorillaz – The Now Now (2018)

Onde Humanz era histeria e dispersão, The Now Now é melancolia e concisão.

7.5/10
Johnny Marr – Call the Comet (2018)

O eterno guitarrista dos Smiths regressa com um disco inventivo, ambicioso e que traz como bónus a que poderá ser a grande canção do ano.

7.5
Gang Gang Dance – Kazuashita (2018)

Sete anos depois, os Gang Gang Dance renascem, assumidamente políticos e mais livres que nunca a nível criativo. Uma potencial banda sonora para um futuro utópico.

Criado em 2005, o Altamont é, no seu âmago, um lugar de união para quem gosta de música. Evoluindo e crescendo, mas sem perder a inocência e ingenuidade que lhe dá o seu lado mais verdadeiro, o Altamont tentará cumprir com o propósito que sempre lhe pautou o caminho – ser um local de descoberta e partilha para quem ainda tem tempo para ouvir um disco de uma ponta à outra.

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