7/10
Joana Espadinha – O Material Tem Sempre Razão (2018)

O Material Tem Sempre Razão mostra uma artista apurada nas composições, sem medo de arriscar e abraçar o lado mais dream pop do seu som. É um disco sólido que revela a cantora, sem vergonhas, ao mundo.

George Harrison – Brainwashed (2002)

Lançado postumamente, Brainwashed é prova de vida do incrível talento de George Harrison e, é acima de tudo, uma viagem pelo que sempre o definiu – humor, humanismo e, claro, espiritualidade.

7.5/10
Plastic People – Visions (2018)

Uma banda nova, portuguesa, que faz lembrar muita coisa, é certo, mas tudo coisas de valor. Está aqui um belo disco.

8/10
Marianne Faithfull – Negative Capability (2018)

Marianne Faithfull voltou aos discos e vem em perfeita forma. Traz dor, nostalgia e solidão para nos oferecer. E nós, agradecidos por tamanha dádiva, ficamos felizes enquanto a ouvimos.

7/10
The Midnight Hour – The Midnight Hour (2018)

O DJ dos A Tribe Called Quest e Adrian Younge deitaram o MPC no lixo e usaram as skills jazzísticas de uma big band para fazer um grande disco de hip hop e soul.

8.5/10
Kamasi Washinton – Heaven and Earth (2018)

Heaven and Earth, de Kamasi Washington, é um bálsamo para os ouvidos e para a mente.

Red Hot Chili Peppers – Blood Sugar Sex Magik (1991)

Blood Sugar Sex Magik é uma deliciosa miscelânea de estilos que tem o poder de nos fazer saltar como doidos ou de chorar como bezerros desmamados

5/10
Unknown Mortal Orchestra – IC-01 Hanoi (2018)

Surpreendendo toda a gente, os Unknown Mortal Orchestra anunciaram um segundo álbum para 2018. O…

Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)

De três passam a quarto. CSNY um dos supergrupos mais voláteis da história do Rock assinam a sua obra-prima logo à primeira tentativa.

8/10
Snail Mail – Lush (2018)

Lush é um disco que dá vontade de ouvir mais que uma vez e é de estranhar ainda não haver datas anunciadas para qualquer festival em Portugal.

7/10
Connan Mockasin – Jassbusters (2018)

Talvez não seja chamado para a conversa de discos mais memoráveis do ano quando este passar, mas talvez daqui a uns bons tempos nos lembremos de o meter a tocar enquanto vamos conversando.

8/10
Diabo na Cruz – Lebre (2018)

Lebre é um álbum bipolar, que oscila entre a alegria de bailarico e a epopeia sombria. O folclore tuga permanece mas desta vez vestido de prog rock. Gaiteiros de Lisboa meets King Crimson.

GNR – Rock in Rio Douro (1992)

Entre duetos ibéricos, épicas canções de estádio e odes ao seu Norte natal, Rock In Rio Douro traz consigo um som novo e emergente, consagrando os GNR como banda líder do pop-rock português.

GNR – Valsa dos Detectives (1989)

No geral, é Valsa dos Detectives um disco mau? Não. Simplesmente é o menos bom dos cinco que a banda editou na década de 1980.

6/10
Paul McCartney – Egypt Station (2018)

Na tentativa de ganhar visibilidade com os millennials e de não ser barrado à porta de discotecas de famosos, Paul McCartney alia-se aos produtores da moda porém Egypt Station fica muito aquém da qualidade do ex-Beatle.

GNR – Psicopátria (1986)

Com a entrada na CEE (que já tinha sido demandada pelos próprios GNR, cinco anos antes) o futuro estava já ao virar da esquina e Portugal teria a possibilidade de se tornar moderno.

GNR – Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985)

E ao terceiro disco, mais um delicioso fracasso comercial, mais um disco apreciado pela crítica!

6.5/10
Jungle – For Ever (2018)

Uma alegre dança ao sol sobre desilusões amorosas sem profundidade e inovação.