8.0/10
Marianne Faithfull – Negative Capability (2018)

Marianne Faithfull voltou aos discos e vem em perfeita forma. Traz dor, nostalgia e solidão para nos oferecer. E nós, agradecidos por tamanha dádiva, ficamos felizes enquanto a ouvimos.

7/10
The Midnight Hour – The Midnight Hour (2018)

O DJ dos A Tribe Called Quest e Adrian Younge deitaram o MPC no lixo e usaram as skills jazzísticas de uma big band para fazer um grande disco de hip hop e soul.

5/10
Unknown Mortal Orchestra – IC-01 Hanoi (2018)

Surpreendendo toda a gente, os Unknown Mortal Orchestra anunciaram um segundo álbum para 2018. O…

8/10
Snail Mail – Lush (2018)

Lush é um disco que dá vontade de ouvir mais que uma vez e é de estranhar ainda não haver datas anunciadas para qualquer festival em Portugal.

7/10
Connan Mockasin – Jassbusters (2018)

Talvez não seja chamado para a conversa de discos mais memoráveis do ano quando este passar, mas talvez daqui a uns bons tempos nos lembremos de o meter a tocar enquanto vamos conversando.

8/10
Diabo na Cruz – Lebre (2018)

Lebre é um álbum bipolar, que oscila entre a alegria de bailarico e a epopeia sombria. O folclore tuga permanece mas desta vez vestido de prog rock. Gaiteiros de Lisboa meets King Crimson.

6/10
Paul McCartney – Egypt Station (2018)

Na tentativa de ganhar visibilidade com os millennials e de não ser barrado à porta de discotecas de famosos, Paul McCartney alia-se aos produtores da moda porém Egypt Station fica muito aquém da qualidade do ex-Beatle.

6.5/10
Jungle – For Ever (2018)

Uma alegre dança ao sol sobre desilusões amorosas sem profundidade e inovação.

9/10
Mitski – Be The Cowboy (2018)

Mitski oferece-nos o seu coração, as suas ansiedades, incertezas, paixões e desilusões, embrulhadas numa musicalidade ímpar.

8/10
Suede – The Blue Hour (2018)

Alerta para quem – lamentavelmente – ainda não tomou contacto com a nova vida dos Suede: a pop mais soalheira é miragem e agulha em palheiro.

8.5/10
Júlio Resende – Cinderella Cyborg (2018)

Dificílimo de descrever em palavras (como aliás qualquer um que esteja nesta linha de “trangressão” entre géneros), Cinderella Cyborg é um assombro de disco.

8.5/10
Travis Scott – ASTROWORLD (2018)

A promessa estava feita desde 2016. Contudo, só dois anos depois é que ASTROWORLD viu a luz do dia. E bastaram quatro dias de anúncio prévio para que este foguetão construído por Travis Scott se tornasse o centro de atenção do mundo.

8.5/10
Prince – Piano & a Microphone 1983 (2018)

Se a exploração dos arquivos dos heróis caídos da música raramente traz grandes surpresas, no caso de Prince sempre se disse que o melhor estava por mostrar.

8.5/10
Mark Lanegan & Duke Garwood – With Animals (2018)

Mais madrugada do que noite, mais silêncio do que grito, mais peso no peito do que choro.

8.5/10
Oh Sees – Smote Reverser (2018)

Os Oh Sees continuam a sua evolução e transformam-se numa autêntica banda de rock progressivo moderno. Smote Reverser é a conclusão lógica de 20 anos de carreira.

8.5/10
Advance Base – Animal Companionship (2018)

Animal Companionship poderá muito bem vir a ser o seu futuro disco de estimação. A sua beleza é tanta que apetece trazê-lo sempre preso à trela dos nossos ouvidos.

7.5/10
IDLES – Joy as an Act of Resistance (2018)

Em ano bastante positivo para o rock, os IDLES ajudam a puxar o barco, com um contributo visceral e intenso.

8/10
Reis da República – Fábulas (2018)

O belíssimo disco de estreia dos Reis da República é um caldeirão onde cabe pop, psicadelismo e prog, num dos melhores trabalhos que a música portuguesa nos deu em 2018..