GNR – Valsa dos Detectives (1989)

No geral, é Valsa dos Detectives um disco mau? Não. Simplesmente é o menos bom dos cinco que a banda editou na década de 1980.

GNR – Psicopátria (1986)

Com a entrada na CEE (que já tinha sido demandada pelos próprios GNR, cinco anos antes) o futuro estava já ao virar da esquina e Portugal teria a possibilidade de se tornar moderno.

GNR – Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985)

E ao terceiro disco, mais um delicioso fracasso comercial, mais um disco apreciado pela crítica!

GNR – Defeitos Especiais (1984)

Em 1984, ano distópico por excelência, os GNR lançam um disco sombrio e claustrofóbico cheio de referências pós-punk: uma espécie de Joy Division à Gomes de Sá, metade negrume de Manchester, metade granito do Porto.

GNR – Independança (1982)

Independança foi um pequeno OVNI que demorou a aterrar e a ser entendido na história do pop-rock made in Portugal.

Thomas Dinger – Für Mich (1982)

Thomas Dinger lançou Für Mich em 1982. Insatisfeito com o temperamento do seu irmão mais velho (o mítico Klaus Dinger), resolveu fazer um disco “para si”. Nós ainda hoje lhe agradecemos esse feito.

Roger Waters – Radio K.A.O.S. (1987)

No mesmo ano que os Pink Floyd lançam o primeiro disco sem a sua participação, Roger Waters continua a sua senda anti-guerra, obedecendo à sua matriz de álbum-conceito, mas, desta vez, o resultado final não foi tão bem aceite como os seus trabalhos anteriores.

Roger Waters – The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984)

Os fantasmas de Roger Waters ganham aqui forma: uma crise de meia-idade; a autópsia de um casamento a ruir; a traição, o desejo e a culpa. Uma revelação lúcida dos “segredos dos locais, que no fundo são iguais em todos nós.”

Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason (1987)

Em 1987, sem Waters no comando, David Gilmour assume as rédeas e transforma uma banda de culto num monstro de estádios mas faz os Pink Floyd aproximarem-se perigosamente dos fãs de U2 e Dire Straits.

The Stranglers – La Folie (1981)

La Folie é o sexto álbum de estúdio dos The Stranglers e um dos melhores discos da sua extensa discografia.

Joe Jackson – Night And Day (1982)

Night and Day não cedeu à erosão do tempo e mostra-se, ainda hoje, a obra-prima que sempre foi.

Young Marble Giants – Colossal Youth (1980)

Parece incrível que Colossal Youth ainda soe fresco, apesar de ter sido lançado no já tão distante ano de 1980.

Xutos & Pontapés – Ao Vivo (1988)

Os Xutos editaram entretanto várias compilações, mas o seu grande “best of” será sempre este disco a vivo: vinte e oito clássicos captados no pico absoluto da sua carreira.

Xutos e Pontapés – 88 (1988)

O que fazer depois de um disco como Circo de Feras? A resposta não tardou…

Xutos & Pontapés – Circo de Feras (1987)

Com Circo de Feras, os Xutos dão o salto para a primeira divisão do rock nacional. Os clássicos Contentores, Não Sou o Único, Vida Malvada e N’América, depressa os conduzem ao primeiro lugar.

Xutos & Pontapés – 1º de Agosto no Rock Rendez Vous (2000)

Gravado em 86 mas só editado em 2000, 1º de Agosto no Rock Rendez Vous mostra o portento rock de uns Xutos à beira do estrelato.

Xutos & Pontapés – Cerco (1985)

Junte um grito contra um país sufocante.  Adicione raiva contra uma indústria cobarde. Misture. O brilhante Cerco estará pronto a servir.

Xutos & Pontapés – 78/82 (1982)

Os Xutos chegam finalmente aos discos ao fim de mais de três anos de luta. 78/82 é uma bomba rock movida a testosterona e energia juvenil.