Vários Artistas – Hair (1968)

Faz 50 anos que Hair, o musical de Jim Rado e Gerome Ragni, estreou na Broadway. Por ser bonita a data e por ser uma obra de exceção, o Altamont resolveu revisitá-la.

Pink Floyd – Ummagumma (1969)

Sem Barrett, os Pink Floyd estavam à beira do abismo. Ummagumma foi um tiro no…

Miles Davis – Nefertiti (1968)

A excelência das composições e a excelência interpretativa de quem lhes dá vida: Davis, Hancock, Shorter, Williams e Ron Carter, no baixo.

Pink Floyd – More (1969)

Os Pink Floyd dão de encontro com a 7ª Arte. Uma relação com altos e baixos mas que fez deles um grupo à parte dos seus pares na descoberta da originalidade.

Simon & Garfunkel – Bookends (1968)

Bookends faz 50 anos e qualquer um de nós está convidado para a festa. Simon and Garfunkel estão sempre à nossa espera e sempre ao nosso dispor, passe o tempo que passar.

Dr. John – Gris-Gris (1968)

Gris-Gris não está nem velho, nem cansado. Move-se ainda com a elegância de quem, mesmo totalmente pedrado, mantém a postura dos seus dignos 50 anos de idade.

Vários Artistas – Tropicália ou Panis et Circenses (1968)

Em vez de armas de fogo e repressão, a palavra cantada e a estética acolhedora e fulgurante do amor e da paz.

Strawberry Alarm Clock – Incense and Peppermints (1967)

Lançado no final de 1967, o álbum de estreia dos Strawberry Alarm Clock assume-se hoje…

The Beach Boys – Smiley Smile (1967)

Smiley Smile – Da sombra de Smile, o álbum que o tempo julgou como obra maior dos Beach Boys.

Donovan – Mellow Yellow (1967)

Ao quarto álbum, Donovan abraça o Flower Power, pisca o olho aos antros Beatnik da Greenwich Village e ainda tem tempo para passar à porta do começo mais folk da carreira, tocar à campainha e fugir. Uma guerra de editoras quase derruba o ânimo, mas um Beatle não creditado e um futuro Led Zeppelin ajudam ao resgate.

The West Coast Pop Art Experimental Band – Part One (1967)

Part One representa, no seu todo, a essência do psicadelismo da costa oeste dos Estados Unidos. Belo e estranho ao mesmo tempo. Uma verdadeira trip.

Country Joe & The Fish – Electric Music for the Mind and Body (1967)

Obra máxima do rock psicadélico, Electric Music for the Mind and Body dá exactamente aquilo que promete: exploração e canções, tudo misturado num caldeirão de criatividade que reclama o seu justo lugar na História.

The 13th Floor Elevators – Easter Everywhere (1967)

Fez-se história ao segundo disco. Easter Everywhere estava muito à frente do acid blues de The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators e impunha-se como trabalho marcante do verão de há 50 anos.

Grateful Dead – Grateful Dead (1967)

Grateful Dead não foi a estreia mais auspiciosa (e nem convenceu a própria banda) mas foi o início de uma das viagens mais loucas e únicas da história da música americana.

The Jimi Hendrix Experience – Are You Experienced (1967)

Gravado em 72 horas, entre três estúdios londrinos, com mais imaginação que equipamento e sem grande disponibilidade para cedências comerciais, quando Hendrix perguntou “Are You Experienced” o mundo reagiu.

Jefferson Airplane – Surrealistic Pillow (1967)

Os Jefferson Airplane descobrem o “ácido”e descolam rumo ao “País das Maravilhas”.

The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)

Sgt. Pepper foi o auge da excentricidade dos Beatles. Em pleno Verão do Amor de 67, a criatividade da banda de Liverpool levou-os mais longe do que eles próprios, marcando a história da música com um dos melhores e mais complexos álbuns de sempre.

Scott Walker – Scott (1967)

Cinquenta anos é quase a minha idade e 1967 foi também o ano em que surgiu Scott. Fomos envelhecendo os dois e tornámo-nos bons amigos. Eu ouço-o assiduamente, e ele nunca me nega o conforto das suas excelentes interpretações.