Red Hot Chili Peppers – Blood Sugar Sex Magik (1991)

Blood Sugar Sex Magik é uma deliciosa miscelânea de estilos que tem o poder de nos fazer saltar como doidos ou de chorar como bezerros desmamados

GNR – Rock in Rio Douro (1992)

Entre duetos ibéricos, épicas canções de estádio e odes ao seu Norte natal, Rock In Rio Douro traz consigo um som novo e emergente, consagrando os GNR como banda líder do pop-rock português.

Entre Aspas – Entre S.F.F.(1993)

25 anos depois do seu lançamento, homenageamos o disco que nos trouxe a doçura pop dos Entre Aspas.

Alice in Chains – Dirt (1992)

Dirt é o melhor disco da carreira dos Alice in Chains, e um dos mais fortes trabalhos não só da cena de Seattle mas de toda a década de 90.

Pavement – Terror Twilight (1999)

O último disco de originais dos Pavement é uma obra mais madura, cansada e contemplativa, mas deu-nos alguns dos mais belos hinos da banda.

Pavement – Brighten the Corners (1997)

Um disco que não é o preferido da maioria dos devotos, mas só porque lá atrás já estava a história escrita.

Pavement – Wowee Zowee (1995)

Wowee Zowee é a obra-prima que surge ao terceiro esforço dos Pavement. Muitos poderão pensar o contrário, mas nós estamos firmes na convicção que temos sobre este ímpar momento de Stephen Malkmus e companhia.

Pavement – Crooked Rain, Crooked Rain (1994)

Um disco dissonante mas soalheiro, como se os Sonic Youth tocassem viola na praia ou os Dinosaur Jr. fizessem amonas aos Beach Boys.

Pavement – Slanted and Enchanted (1992)

O caos também pode ter o seu lado belo, e Slanted é uma boa prova disso mesmo.

Portishead – Dummy (1994)

Dummy é lúgubre mas sensual, como o decote lânguido de uma viúva chorosa.

Pink Floyd – The Division Bell (1994)

The Division Bell é um pastiche interminável (na verdade tem 66 minutos) que representa a maior nódoa no currículo dos Pink Floyd. Ainda pior do que A Momentary Lapse of Reason.

The Cranberries – No Need to Argue (1994)

Lembrar No Need to Argue servirá sempre para celebrar o melhor momento da vida musical dos The Cranberries, sobretudo agora que a sua verdadeira alma já não se encontra entre nós.

Oasis – Be Here Now (1997)

Em 1997 os Oasis chegavam ao topo da carreira. Uma mistura fatal de drogas e egos fizeram a banda criar um disco “excessivo”. Não mais teriam a mesma importância no panorama musical.

David Sylvian – Approaching Silence (1999)

Neste final de ano, ou em qualquer outro, tão cheio de sons em festa, é bom mudar um pouco o registo e recordar que também somos silêncio e quietude.

Massive Attack – Blue Lines (1991)

Em pleno século XX, Blue Lines inventa o som do século XXI. A receita é simples: música de dança para a cabeça e não para os pés. 

The Cure – Wish (1992)

O disco mais bem sucedido dos Cure marca o fim do período áureo da banda, feito à custa de uma exímia mistura de mestria pop e da sua personalidade alternativa de sempre.

Xutos e Pontapés – Ao Vivo na Antena 3 (1995)

Ao Vivo na Antena 3 é mais um marco na carreira dos Xutos e Pontapés.…

Xutos & Pontapés – Dizer Não de Vez (1992)

Depois de anos e anos sempre a subir, os Xutos enfrentam o primeiro falhanço da…