Sonic Youth – Evol (1986)

São tão urbanos e noctívagos e arty e sofisticados, que nos apetece comprar o vinil só para que toda a gente na loja saiba que somos tão cool. Termos ou não um gira-discos em casa é, para o caso, irrelevante.

8.5/10
Glockenwise – Plástico (2018)

Em suma, estamos perante um dos mais belos discos desta geração do rock nacional desta geração.

The Kinks – Are The Village Green Preservation Society (1968)

Os Kinks num registo em que, podemos afirmá-lo, a transcendência supera a imanência.

8/10
The Lemon Twigs – Go To School (2018)

Seguramente este Go To School não é um disco para muitos, já que o seu charme reside precisamente nesta declaração de amor aos musicais.

8/10
Jerry Paper – Like a Baby (2018)

O ser “extra-vibracional” estreia-se no mundo da alta-fidelidade e o resultado não podia ter sido mais glorioso.

Ramones – Leave Home (1977)

Como pode uma banda fazer um disco praticamente igual ao anterior e mesmo assim soar…

The Jam – In the City (1977)

In the City é um dos documentos, o primeiro, de uma quiet revolution, de gravata e bons fatos, que Weller continua a fazer.

Richard Hell & The Voidoids – Blank Generation (1977)

Blank Generation deve ser considerado um estrondoso triunfo. Honra lhe seja feita, ouvindo-o.

The Stranglers – No More Heroes (1977)

No More Heroes é um disco incendiário, embora sem a histeria convulsiva e inconsequente de muitos outros produzidos e lançados no boom punk daquele período de tempo.

Sex Pistols – Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols (1977)

A ideia de tudo apagar, de demolir as próprias ruínas para recomeçar do zero, para pensar e construir de maneira totalmente nova foi o leitmotiv que guiou o conjunto inglês.

Iggy Pop – Lust for Life (1977)

Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.

7.5/10
Márcia – Vai e Vem (2018)

Um dos melhores discos de música portuguesa deste ano não vai nem vem. Fica.

Talking Heads – Talking Heads: 77 (1977)

Disco de estreia de uma das bandas que contribuiu em larga medida para o pop rock como o conhecemos hoje, Talking Heads:77 ainda soa fresco e actual.

The Clash – The Clash (1977)

Os Clash têm uma elegância que nenhuma outra banda punk tem, são sujos mas sofisticados, como um vagabundo que só bebe champanhe.

8/10
Madrepaz – Bonanza (2018)

Um ano depois do disco de estreia, a confirmação com Bonanza: os Madrepaz são uma das bandas mais interessantes do panorama musical nacional

The Beatles – The Beatles [White Album] (1968)

O white album não é só um grande clássico cheio de canções imortais. É o cânone a partir do qual todos os álbuns-duplos são medidos.

7/10
Parcels – Parcels (2018)

No seu disco de estreia os Parcels revelam-nos a sua aptidão para escrever músicas destinadas a ficar presas nos nossos ouvidos para sempre e uma afinidade particular para emular o espírito do passado.

6/10
Cat Power – Wanderer (2018)

Em Wanderer, o décimo disco de Cat Power e o primeiro em seis anos, tudo é letras e sentimento e tudo é simplicidade sonora mas complexidade emocional.